Provavelmente ao chegar em casa a
primeira coisa que se faz relacionado a tecnologia é colocar o smartphone para carregar,
e ao final do dia, no momento que antecede o sono, deixa-lo plugado na tomada e
assim ter carga para o próximo dia.
Mas isso é prejudicial para algo?
Um estudo feito pelo professo da
Universidade de Cambridge, Inglaterra, David MacKay, chegou em um resultado após
alguns questionamentos sobre esse mito.
Para a Bateria:
Durante muito tempo se ficou
preso com o medo do efeito memoria nas baterias, que nada mais era do que “viciar”
a bateria, se carregar a bateria fosse algo eito constantemente, a bateria logo
se tornava mais dependente do carregamento do que antes, na pratica se a
bateria fosse carregada antes do final, teria sua carga incompleta sempre.
Hoje com as técnicas modernas e a
utilização de baterias de íon de lítio, já não acontece isso. No máximo o que
acontece é ter o ciclo de vida de alguns componentes da bateria reduzido, mas
estamos falando de um ciclo de vida de 5 anos, e um ciclo de utilização de um
smartphone de 2 anos ou seja, provavelmente você trocara de smartphone antes de
acabar a vida útil da bateria.
Consumo de energia elétrica.
Todos os carregadores originais e
de empresas serias, contém componentes que após a carga da bateria chegar em
100 %, cortam o consumo reduzindo assim o seu gasto. Ele é reduzido e não finalizado.
Um consumo irrisório que não terá um grande impacto na sua conta mensal de energia.
Segundo o estudo se o carregador não for retirado na tomada após os 100% vai
gera um impacto de 2.4 W de consumo em um ano, ou seja em média R$ 4,00.
Segundo o próprio estudioso “Desligar obsessivamente o carregador é como
socorrer o Titanic com um acolher de chá. Desligue-o, mas, por favor, tenha ciência
de quão pequeno é esse gesto”.
Pode explodir meu smartphone sozinho?
Como dito acima, após chegar no nível
máximo de bateria, carga, os carregadores modernos diminuem e muito a
quantidade de energia enviada para os dispositivos. Isso torna a chance de explosão
muito pequena – segundo o professo MacKay.

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